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quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Curso de Auxiliar de Veterinario em Itanhaem 13 34941684

  Cachorro com falta de ar: o que pode ser e como tratar?

  

Poucas coisas são tão angustiantes quanto estar ou ver com alguém com dificuldade para respirar. No caso de cachorro com falta de ar, presenciar a situação costuma ser motivo de pânico entre os tutores. Até porque, uma vez que o pet não fala e tem uma fisiologia diferente da nossa, pode ser difícil diferenciar o problema de outros quadros.

Saber reconhecer cachorro com falta de ar, quais são as suas causas e o que fazer nesses casos é importante para prestar os primeiros-socorros quando necessário. Vamos aprender como fazer isso?

Sintomas: será que é mesmo falta de ar?

Reconhecer um cão com falta de ar é simples: além de dar sinais de agonia, a pessoa tenta puxar o ar, emitindo um som bastante característico. Também pode ficar com as extremidades arroxeadas e, em casos mais graves, chegar a desmaiar. Mas e quanto aos cachorros, como identificar que eles estão com dificuldade para respirar?

Entre os principais sintomas de cachorro com falta de ar estão: agonia evidente (com grande inquietação), alteração do ritmo respiratório, emissão de ruídos anormais, pescoço estendido, além de língua e mucosas arroxeadas. 

O último sintoma, também conhecido como cianose, é uma das principais maneiras de diferenciar a falta de ar de outros quadros, como o mais inofensivo espirro reverso, por exemplo. Em casos mais graves, a falta de ar pode evoluir para um quadro com tremores e desmaio. 

O que pode ser quando o cachorro está com falta de ar?

Um cachorro com tosse e falta de ar pode estar assim tanto por episódios pontuais como por problemas de saúde crônicos. É importante estar atento a alguns sinais que ajudam a identificar a causa.

Nesse caso, se o cachorro com dificuldade de respirar se recuperou, mas vem apresentando o problema com frequência, é importante consultar um médico-veterinário a fim de descobrir se há algo de errado com a saúde ele. A seguir, listamos algumas das causas mais comuns para cachorro com falta de ar.

1. Golpes de calor

Assim como os seres humanos. os cães são animais endotérmicos , ou seja, mantêm a temperatura corporal constante por meio de mecanismos regulatórios do próprio organismo. 

Assim, quando a temperatura fica muito elevada, pode levar a um aumento da taxa metabólica, com evolução para quadros de desidratação e de colapso respiratório. Entre os principais sintomas da hipertermia canina podemos citar: 

Respiração ofegante;

Salivação excessiva;

Apatia/prostração;

Andar cambaleante;

Confusão mental,

Taquicardia.

Por causa de sua anatomia, cães braquicefálicos (de focinho achatado) são mais propensos a sofrer com os chamados golpes de calor. Seja como for, nunca deixe o pet, independentemente de sua raça, em locais fechados e sem ventilação, como carros.

Em caso de suspeita de hipertermia, leve o cachorro para um local mais fresco, interrompa qualquer atividade física que ele esteja fazendo, ofereça água fresca e procure um veterinário. 

2. Engasgos

Nesse sentido, o organismo dos cachorros é bastante parecido com o nosso. Enquanto bebem água ou ingerem alimentos, uma válvula presente na parte superior da laringe se fecha, direcionando os alimentos para o esôfago. 

Quando, por algum motivo, esse mecanismo falha e a epiglote permanece aberta, a água ou os alimentos podem parar nas vias respiratórias, bloqueando a passagem de ar. Os principais sintomas do engasgo são: 

Agonia evidente (com grande movimentação);

Salivação excessiva;

Tentativas de vômito,

Língua e mucosas arroxeadas (cianose).

O engasgo pode provocar o bloqueio parcial ou total da passagem de ar, podendo, em casos mais graves, levar o pet a óbito. Sendo assim, ao perceber que o cachorro está engasgado, procure agir imediatamente. Nesse caso, é valido conhecer técnicas para desengasgar cachorro, como a chamada Manobra de Heimlich.

 

3. Colapso da traqueia

Não é só a presença de corpos estranhos que pode causar o bloqueio da passagem de ar pela traqueia. Formada por arcos cartilaginosos, a traqueia pode passar por um processo de envelhecimento, com consequente amolecimento das cartilagens. 

Menos rígidas, as cartilagens contribuem para deixar a traqueia mais estreita, o que pode comprometer a passagem de ar. Mais frequente em cães idosos e de pequeno porte, o colapso da traqueia tem como sintomas:

Tosse seca ou engasgos, especialmente após atividades físicas intensas ou depois de momentos de grande excitação;

Tensão da musculatura do abdômen devido ao esforço para respirar;

Angústia respiratória, com emissão de ruídos;

Língua e mucosas arroxeadas (cianose),

Quadros recorrentes ao invés de episódios.

O diagnóstico do colapso da traqueia é feito pelo médico-veterinário com a ajuda de exames de imagem, como raio-X. O tratamento vai depender da gravidade do problema e do estado de saúde do paciente, sendo que, em alguns casos, é possível recorrer à correção cirúrgica.

4. Cardiopatias

Como sabemos, o coração é o órgão responsável por bombear sangue para o nosso corpo. E é no sangue que se encontram os pigmentos respiratórios responsáveis pelo transporte de oxigênio até os pulmões, onde ocorrem as trocas gasosas. 

Portanto, quando o coração do pet não está funcionando muito bem, é esperado que a falta de ar em cachorro esteja entre os sintomas. Nesse caso, Existem diferentes tipos de cardiopatias, decorrentes principalmente de fatores como idade, obesidade, predisposição genética, etc. Abaixo, listamos alguns dos principais sinais de cardiopatia em cães:

Fadiga;

Tosse seca;

Indisposição;

Respiração acelerada;

Falta de ar;

Anorexia;

Emagrecimento;

Convulsões,

Língua e mucosas arroxeadas.

Caso seu amigo apresente um ou mais dos sintomas de cachorro com falta de ar e tosse, procure um veterinário o mais rápido possível para uma avaliação. Quanto antes for diagnosticado o problema, melhor será o prognóstico para tratamento. 

 

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sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Curso de Auxiliar de Veterinario em Itanhaem 13 3494-1684

 Cachorro pode comer melancia?

 

É difícil resistir ao olhar pidão de um cachorro. E não é para menos. Estudos sugerem que a expressão dos cães na hora de nos pedir alguma coisa foi incorporada ao longo do tempo, com o objetivo de nos amolecer. O problema é que, muitas vezes, o tutor não sabe quais são os alimentos liberados para cães. Por exemplo, cachorro pode comer melancia?

 

Melancia para cachorro: pode ou não pode?

Cachorro pode comer melancia, pois se trata de uma fruta muito saudável para esses pets, rica em água e nutrientes. Não à toa, é comum encontrar quem recomende oferecer melancia para cachorro no verão, o que ajuda a refrescar o cão.

Composta por 92% de água, a melancia também é uma ótima opção para manter o pet hidratado. O aumento do consumo do líquido, por sua vez, contribui para diminuir os riscos de problemas urinários, promovendo o bom funcionamento dos rins e do organismo. 

De quebra, apesar de sua doçura, a fruta ainda é um alimento pouco calórico, podendo ser oferecida como petisco inclusive para cães obesos. Por este e outros motivos, cães podem comer melancia. Ademais, se for o caso, converse com um médico-veterinário para orientações de como ajudar seu pet a perder peso do jeito certo.

 

Benefícios da melancia para os cães

A alegria dos pets ao comer um alimento tão saboroso e saudável como melancia já é um baita benefício. Não bastasse isso, a fruta ainda é rica em uma série de nutrientes que fazem muito bem para a saúde do pet. Dentre eles, podemos destacar:

Vitamina A: substância lipossolúvel, é importante principalmente para a manutenção de uma boa visão. Também ajuda no bom funcionamento dos sistemas ósseo e muscular, além de contribuir para pele e pelagem mais bonitas.

Vitamina B6: é reconhecida por participar de dezenas de reações químicas essenciais ao bom funcionamento do organismo, estando ligada à síntese de diversos aminoácidos. A deficiência dessa vitamina pode causar desde enfraquecimento da imunidade até problemas neurológicos.

É importante destacar que, imprescindíveis para o organismo canino, esses nutrientes já estão presentes nas rações de qualidade. Logo, se você proporciona ao pet uma alimentação balanceada, não é necessário fazer a suplementação dessas vitaminas. Nesse caso, a melancia faz mal para cachorro quando oferecida em excesso.

Já no caso da água, presente em abundância na melancia, ela pode ser muito útil para promover a hidratação nos dias mais quentes, ou para cães que não têm o costume de ingerir o líquido com tanta frequência. Assim, pode dar melancia para cachorro, pois ajuda a evitar problemas renais. 

 

Como oferecer melancia para cachorro?

De maneira geral, a melancia é uma fruta muito saudável para os cães. No entanto, assim como ocorre com outros alimentos, ela também pode se tornar prejudicial. Assim, tudo depende da maneira como é administrada. A seguir, separamos algumas dicas de como dar melancia para cachorro:

Remova casca e sementes: caso se pergunte se cachorro pode comer casca de melancia, saiba que essa parte do alimento contém substâncias tóxicas. Já as sementes de frutas são uma grande causa de obstrução intestinal;

Corte a fruta em pedaços semelhantes, proporcionais ao tamanho do pet. Isso facilita a apreensão do alimento e evita a deglutição sem a prévia mastigação;

Sirva apenas frutas frescas! Pedaços que não foram consumidos logo após terem sido servidos deverão ser descartados;

Ofereça o alimento com moderação. Lembre-se de que uma dieta balanceada já contém todos os nutrientes fundamentais à saúde do seu pet. Além disso, o açúcar presente nas frutas pode aumentar o risco de problemas como sobrepeso e diabetes. O ideal é que a fruta sirva de petisco, não substituindo a dieta principal,

Seja criativo nas receitas! A melancia pode ser servida em temperatura ambiente, congelada, como um picolé, e até com outras frutas.

 

Receita para cachorro: picolé de melancia

Perfeita para os dias quentes, cachorro pode comer melancia, inclusive, como picolé. Este é um jeito diferente de oferecer alimentos para o pet. Muitos se divertem com as lambidas e as mordidas dadas no alimento geladinho. Preparar esse alimento é muito fácil. Você vai precisar de:

Melancia sem semente cortada em cubos.

Água ou água de coco.

Comece batendo a melancia no liquidificador. Acrescente a quantidade desejada de água até obter uma consistência homogênea pastosa. Além de saudável e ótima para repor nutrientes em casos de desidratação, a água de coco ainda adiciona um sabor especial à receita. Considere-a.

Despeje o conteúdo do liquidificador em forminhas pequenas para picolé. Caso não tenha essa opção em casa, use forminhas de gelo. Depois, é só levar ao freezer e esperar o picolé congelar.

 

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quarta-feira, 2 de setembro de 2020

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  Gato com medo de água: por que os bichanos fogem do banho?


Que os bichanos são pets extremamente higiênicos, ninguém duvida! Afinal, além de tomarem seu próprio banho, eles ainda enterram suas necessidades! Mas por que será é tão comum encontrar gato com medo de água? 

As origens dos felinos podem ajudar a entender melhor seu comportamento, estilo e manias! Se você tem um gato com medo de água, continue lendo. Aprenda mais sobre seu filho de quatro patas! 

Fatores que influenciam o medo dos gatos

Os bichanos são pets muito espertos. Assim, quando um gato não gosta de tomar banho, há motivos bem claros para seu comportamento. De acordo com especialistas, alguns fatores que influenciam na insegurança dos peludos são:

Sistema respiratório frágil: como não estão acostumados com a água, o sistema respiratório dos felinos é mais frágil. Com isso, o pet tem medo de um banho descuidado, o que pode levar a infecções; 

Territorialismo e olfato: outra característica herdada dos seus ancestrais. Os bichanos são muito territorialistas. E para ganhar a batalha no domínio de diferentes espaços, o cheiro é muito importante. Um banho forçado pode modificar o odor do gato, deixando-o inseguro.  

Banhos naturais: mesmo tendo medo de água, os gatos conseguem manter sua aparência limpa e elegante, não é mesmo? Isso graças a seus banhos naturais, realizados com boas linguadas! Essa tática dos bichanos é excelente para mantê-los sempre limpinhos. Como já se sentem higienizados, os felinos não veem sentido em mergulhar na água com sabão. 

 

A origem do bichano

Entretanto, o principal motivo que explica por que um gato não gosta de água está em sua origem. 

A chave para entender o comportamento dos peludos está na origem do gato doméstico. “Acredita-se que essa aversão vem da origem dos bichanos. Os felinos provavelmente vieram do Oriente Médio, onde há muitos desertos”.

Assim, especialistas confirmam que é natural que o bigodudo fuja do banho. No entanto, é possível ensinar para nossos amigos que não há perigo em tomar um ducha e ver que o gato gosta de tomar banho! Tudo depende de adaptar o pet à água. 

 

Como dar banho em gato

Apesar de ser comum encontrarmos um gato com medo de água, cada pet possui sua personalidade e seus hábitos.

De acordo com a veterinária, a melhor forma de familiarizar seu amigo aos banhos é começar cedo. “O ideal é acostumar o pet desde filhote”. Assim, os felinos que encaram uma ducha ainda pequenos provavelmente terão uma relação mais amigável com a água no futuro. 

Porém, o bichano adulto também pode descobrir o prazer de um bom banho e aprender a ser um gato que gosta de água! Para ajudar seu amigo, basta seguir algumas dicas:

Procure um momento adequado: como os bichanos têm medo de água, dar banho em gato leva tempo. Por isso, muitas vezes é necessário dedicar longos minutos a esse processo, ajudando o bigodudo a superar suas inseguranças. Assim, escolha um momento confortável, em que você possa se dedicar exclusivamente a seu filho de quatro patas; 

Utilize água morna: a temperatura costuma ser um grande problema para um gato com medo de água. Por isso, a dica é buscar algo mais agradável, utilizando água morna.

Use apenas produtos adequados para pets: os produtos para felinos são elaborados por especialistas, não provocando alergias ou incomodando os peludos. 

Procure um especialista: dar banho em gato pode não ser uma tarefa fácil. Por isso, o melhor é procurar ajuda de um especialista.

Hidratação: um grande problema para gato com medo de água

Não é só o banho que atrapalha um gato com medo de água. Muitas vezes, nossos amigos podem ter problemas de hidratação por suas inseguranças. Além dos bichanos não serem muito chegados a uma ducha, são muito seletivos com sua alimentação. 

Por isso, na hora de dar água para o peludo, recomendamos seguir algumas dicas:

 Ofereça sempre água limpa e fresca;

Certifique-se que o bichano está bebendo água;

Em dias mais quentes, coloque alguns cubos de gelo no bebedouro,

Prefira bebedouros automáticos, encontrados em lojas especializadas. 

Prezar pelo bem-estar de nossos amigos é o diferencial em uma tutoria responsável! Viu como é bom entender por que os gatos não gostam de água?


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sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Curso de Auxiliar de Veterinario em Itanhaem 13 33951176

Viajar com pet: saiba como embarcar com seu melhor amigo



Nenhum tutor gosta de deixar seu amigo de quatro patas sozinho. Por isso, o hábito de viajar com pet tem se tornado cada vez mais comum. No entanto, é fundamental estar atento a alguns detalhes para que o animal embarque de forma tranquila e segura.
Viajar com pet: como prepará-lo para o passeio?
Assim como os tutores, os bichos de estimação também precisam estar bem preparados antes de embarcar, ainda mais quando se trata de cuidados com a saúde e o bem-estar deles. Por isso, ao escolher o destino, fique atento às regras de embarque e aos riscos que seu amigo pode encontrar por lá!
Também é extremamente importante garantir hospedagens pet friendly e caixas de transporte adequadas. Mas essas são apenas as primeiras de uma lista de precauções que a viagem com pet exige!
Antes de sair pelo Brasil ou pelo mundo com seu fiel companheiro é necessário muito planejamento. Não importa a distância da viagem com gatos e cachorros, eles devem estar confortáveis e em segurança para curtir o passeio da melhor forma possível.
Check-list para viajar com pet
Na hora de embarcar ao lado do seu amigo de quatro patas, é essencial verificar se todos os documentos estão em dia. Entre as responsabilidades básicas do tutor que vai viajar com seu pet estão ter em mãos a carteira de vacinação atualizada e um atestado de saúde, assinado pelo médico-veterinário que acompanha o animal.
Vale ressaltar que esses são apenas os dois principais itens da lista. Passeios pelo Brasil e até mesmo uma viagem internacional com o pet exigem diversas obrigações.
Por isso, o ideal é que o tutor faça uma lista completa e leve junto acessórios essenciais para o bem-estar do animal. Entre eles, estão itens como:
·         Coleira e guia;
·         Bebedouro e comedouro (é possível adquirir acessórios especiais para viagem);
·         Tapete para cães e caixa higiênica para gatos;
·         Sacos higiênicos;
·         Petiscos,
·         Brinquedos.
Além disso, não se esqueça da plaquinha de identificação do animal. Nela devem conter todos os dados do bicho e do tutor, como nome e telefone.
Para completar, caso seu amigo esteja em tratamento, não esqueça de levar a medicação. Também é importante ter em mãos o telefone do médico-veterinário de sua confiança e de uma clínica no destino da viagem.
Encontre hotéis perfeitos para viagem com animais
Antes de embarcar é preciso procurar lugares para se hospedar com pets (os locais pet friendly). Lá, seu amigo terá liberdade para circular pelos ambientes e, ainda, encontrará mordomias só para ele.
No entanto, vale lembrar que os hotéis exigem que na hora da reserva os tutores informem sobre o pet. Por isso, é necessário apresentar o cartão de vacinação e atestado de saúde do animal.
Além disso, alguns lugares para viajar com cachorro também oferecem serviços de pet shop e pet sitter. Dessa forma, o animal se diverte com passeios e brincadeiras especiais para ele.
O que fazer na viagem de avião com pet?
Muito se fala em passeios de carro com bichos de estimação, mas tem se tornado cada vez mais comum o tutor levar seu amigo também em viagens de avião. Para que o trajeto seja feito de forma tranquila e segura, alguns cuidados são fundamentais.
Tudo começa com o bom planejamento e com uma pesquisa por como viajar com cachorro de avião. Isso porque as empresas aéreas possuem regras específicas para o transporte do seu melhor amigo. Portanto, fique atento a cuidados como:
·         Peso e raça permitidos pela companhia;
·         Modelo da caixa de transporte;
·         Microchip,
·         Regras de pet friendly no país/estado de destino.
Para completar, ao viajar de avião com cachorro e gato, conforme o destino, o tutor precisa estar com o atestado veterinário e CZI (Certificado Zoosanitário Internacional) em mãos. Também é imprescindível manter a saúde do animal em dia. Para isso, antes da viagem, administre as vacinas (preferencialmente um mês antes do embarque) e faça os exames que sejam exigidos pelo local de destino.
Além do checklist citado acima, é necessário seguir as regras das companhias aéreas sobre como viajar de avião com cachorro e gato. De modo geral, a maioria das empresas limita o número de animais por voo. Por isso, o mais indicado é fazer uma reserva específica até 24 horas antes do embarque.
Não há uma lei para viajar com cachorro e gato. No entanto, as companhias aéreas determinam que o pet só pode viajar na cabine com os passageiros se estiver com até 8 kg.
Além disso, o transporte como bagagem só é permitido para animais com até 75 kg. Em alguns casos, não são aceitos animais agressivos e de raças braquicefálicas (focinho curto).
Por fim, o tutor deve fazer o planejamento com antecedência. Isso porque a documentação pode demorar de 30 a 120 dias para ser concluída. Outro caso a se considerar é o de países como Reino Unido e Suécia, onde é exigido o microchip no animal.
Como se preparar para viagens de carro?
Um pouco menos complicado do que viajar com pet de avião, a viagem de carro com gato e cachorro também necessita de cuidados para um transporte confortável e seguro.
O primeiro passo para um passeio tranquilo é, sem dúvidas, o planejamento. Por isso, mesmo que o bicho já esteja acostumado com trajetos mais longos, é essencial realizar paradas no mínimo a cada duas horas. Assim, o pet pode fazer suas necessidades e se distrair um pouco.
Vale lembrar que durante a parada não é recomendado alimentar o animal, já que ele pode sofrer com enjoos logo em seguida. Além disso, é obrigatório o uso de caixas de transporte e cinto de segurança.
Certifique-se de que seu amigo de quatro patas esteja bem preso ao equipamento. Os tutores devem estar cientes de que transportar o animal solto no veículo é considerado infração grave, com multa e perda de quatro pontos na carteira.
Dicas para o embarque ao viajar com pet!
Agora que você já conhece algumas regras para verificar antes de viajar com pet, saiba que também é importante estar atento à acomodação e ao bem-estar de todos. Por isso, siga dicas básicas, como:
·         Compre a caixa de transporte com antecedência e estimule o animal a usá-la;
·         Deixe a ração e acessórios preferidos do pet sempre por perto durante a viagem,
·         Só utilize medicamentos sedativos com orientação do médico-veterinário.
Em todos os casos, é imprescindível consultar um especialista antes de viajar com pet. Afinal, só ele poderá indicar os cuidados essenciais para passeios tranquilos com seu melhor amigo.






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quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

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Conheça as 10 raças de cães mais inteligentes do mundo  







Saiba quais são as raças mais inteligentes do mundo canino e entenda suas característica
Considerados entre as espécies mais espertas do mundo animal, os cachorros são seres notoriamente inteligentes, e algumas raças se destacam ainda mais neste quesito, apresentando uma capacidade extremamente elevada de entendimento e compreensão - o que facilita bastante os processos de adestramento e execução de comandos.

Veja a seguir as 10 raças de cães mais inteligentes do mundo, e saiba um pouco mais sobre as suas personalidades:

1) Border Collie

Dócil e bastante agitado, o border collie ganha destaque em competições do mundo canino, como as de Agility e para o uso no pastoreio de ovelhas. Apesar de se adaptar bem a diferentes ambientes, o cão da raça não gosta de ficar sozinho, e precisa de carinhos e exercícios constantes, é uma raça que gosta de receber comandos.

2) Poodle
Muito popular entre os brasileiros amantes de pets, o poodle é considerado um dos cachorros mais inteligentes do mundo. Dono de uma alta capacidade de compreensão, pode ser facilmente treinado tanto para ser um bom companheiro quanto para atuar como cão de guardapara alerta ou caçador.

3) Pastor Alemão
Conhecido como um ótimo farejador e cão de guarda, o pastor alemão é muito inteligente e altamente protetor. Corajoso e amigo, gosta de atividades que envolvam ações que possam ajudar aos outros, e se dá muito bem com crianças, apesar do seu grande porte.

4) Golden Retriever
Dócil e brincalhão, o golden retriever é uma das raças mais adoradas pelos amantes de pet e tem uma capacidade de aprendizado bastante alta, sendo usado frequentemente como cão-guia para deficientes visuais.

5) Dobermann
Bastante agitado e fã de atividades físicas, o dobermann é outro cão inteligente que se destaca em competições caninas. Sociável, pode conviver tranquilamente com famílias inteiras, e é considerado um bom cão de guarda.

6) Pastor de Shetland ou Sheltie
Também conhecida como shetland sheepdog, esta raça é leal e extremamente protetora, fazendo de tudo para defender os seus donos. Necessitando de estímulos físicos e mentais constantes para se manter animado, o shetland sheepdog é considerado, por muitos, dono de uma inteligência quase humana.

7) Labrador Retriever

Assim como o golden, o labrador retriever é muito dócil e inteligente, e também faz parte das raças treinadas para servir de cão-guia, cão de guarda, farejador ou caçador. Nada agressivos, os cães da raça são muito brincalhões, e convivem com crianças e adultos sem problemas.

8) Papillon
Leal, carinhoso e protetor de seus donos, o papillon é bastante agitado, e raramente precisa de mais de um comando para absorver informações. Entre as raças mini, só perde para o poodle no quesito inteligência.

9) Rottweiler
De aparência agressiva, o cão da raça rottweiller pode ser bastante dócil com seus donos, e é tido como um ótimo cão de guarda, por ser bastante protetor e leal. Obediente, pode conviver tranquilamente com crianças quando treinado desde cedo, e é um cão bastante calmo na maior parte do tempo.

10) Australian Cattle Dog
Menos conhecido no Brasil que os demais cães da lista, o australian cattle dog também conhecido como heeler, é o décimo mais inteligente do mundo, e até hoje é usado por fazendeiros no controle de rebanhos. Por ser muito agitado, precisa de estímulos e atividades físicas constantes, e pode ser bem agressivo com desconhecidos por ser muito protetor com seus donos.




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quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

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Pequeno, charmoso e simpático: Conheça o Yorkshire








Uma das raças mais populares do Brasil, o yorkshire mede cerca de 17 centímetros de altura. O tamanho faz com que seja um cachorro para apartamentos e espaços compactos, mas é preciso ter disposição para acompanhar o pique do pet.
Origem do Yorkshire Terrier

Resultados de cruzamentos entre diversas raças, entre elas Airedale Terrier, Clydesdale Terrier, Tan Terrier e English Black de pelo duro, os primeiros yorkshires foram vistos na Inglaterra e chegaram à América em 1880 em tamanhos variados. Brincalhão e muito inteligente, esse simpático cãozinho costuma ser tímido com outros cachorros, mas bastam alguns minutos para se sentir à vontade. Em alguns casos, no entanto, pode se sentir incomodado e até se tornar um pouco agressivo. Por isso, fique sempre por perto e mantenha-o na guia e na coleira durante os passeios.

Outra vantagem da raça é a capacidade de adaptação à rotina da casa. Se o ambiente for tranquilo, eles rapidamente diminuem a energia e ficam calmos. Apesar dessa versatilidade, não gostam de ficar sozinhos e precisam de alguém por perto para fazer companhia. Embora gostem de latir alto, são fáceis de treinar, até mesmo por crianças, com quem adoram se divertir. Muitas pessoas costumam levar o pet no colo ou em bolsas especiais. Vale lembrar que o yorkshire prefere andar no chão para que possa sentir o cheiro dos ambientes e conhecer outros animais.
Principais características do Yorkshire

·         O peso da raça varia entre três e quatro quilos e expectativa de vida é de 15 anos, uma das mais altas do mundo canino
·         Não costuma soltar pelos Adora ser escovado, então, reserve alguns minutos para a atividade
·         Geralmente, as fêmeas têm os pelos presos com lacinhos e os machos têm os pelos cortados para melhor enxergarFicou com alguma dúvida sobre o yorkshire? Conte para nós nos comentários






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terça-feira, 17 de dezembro de 2019

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Respondemos às principais dúvidas sobre o resgate animal






Existem diversas maneiras de ajudar a diminuir o número de pets abandonados e o resgate animal. Começa pelos cuidados com os animais de estimação que já moram com você, garantindo que eles sejam castrados, evitando cruzamentos indesejados. Já o uso de identificadores, como tag na coleira e microchip, facilita a identificação de tutores em caso de fugas.
Para quem tem vontade de levar um novo amigo para casa, optar pela adoção de pets pode ser uma boa alternativa. Adotar animais que estão atualmente sob os cuidados de uma ONG permite que elas continuem fazendo seu papel.
Mas e quanto aos cães e gatos abandonados que vemos na rua diariamente? Como fazer o resgate pet de forma segura e responsável

Posso tirar um pet da rua e levá-lo para uma ONG?
Até pode, mas a prática não é recomendada. O número de animais abandonados é muito superior à quantidade de ONGs que trabalham para resgatá-los. Elas estão constantemente superlotadas, estando sujeitas a limitações de espaço e também financeiras.
É por isso que, ao encontrar um pet abandonado, não é recomendado levá-lo a uma ONG de animais. “Nesse caso, o mais indicado é que cada munícipe faça o seu papel e ajude o animal”,. Isso inclui levar o bichinho ao veterinário e providenciar para que ele seja castrado o quanto antes.
Ao resgatar um pet, eu me torno responsável por ele?
Sim! Vamos imaginar a seguinte situação: você viu um cachorro machucado, teve a iniciativa de levá-lo ao veterinário e acompanhou o tratamento e os cuidados. Uma vez que ele estiver recuperado, você não poderá simplesmente devolvê-lo para a rua.
Isso porque, de acordo com os termos do artigo 936 do Código Civil, após o resgate de animais, você se torna legalmente responsável pelo bichinho, sob o risco de responder pelo crime de abandono ao animal.
Quais são outras formas de colocar o pet para adoção?
Como visto, não é recomendado levar animais resgatados para ONGs. O recomendado é procurar o Centro de Controle de Zoonoses ou o serviço de bem-estar animal de cada região. Para essa possibilidade, o melhor é se encarregar você mesmo da adoção do cão ou gato.
Graças às redes sociais, hoje em dia ficou muito mais fácil divulgar fotos e informações de pets para adoção. Apenas fique atento para que ela seja feita de maneira responsável. Antes de entregar o animal, procure saber quem é a pessoa e se ela realmente terá condições de garantir o bem-estar físico e mental do peludinho.

Depois do resgate animal, onde ir primeiro: veterinário ou banho e tosa?
Mesmo que o animalzinho esteja sujo, o ideal é levá-lo primeiro para uma avaliação médica. “Após a consulta, o médico-veterinário poderá orientar se o bichinho está apto ou não para o banho e tosa e qual é seu estado de saúde”,
Em alguns casos, pode ser necessário o uso de medicamentos durante o banho. Sem contar o risco de o pet estar com alguma doença contagiosa que pode afetar outros animais.
Corro o risco de pegar alguma doença durante o resgate animal?
As principais doenças vistas em resgates de cachorros abandonados são: verminoses, doença do carrapato, sarnas, fungos, otites e infestação por ectoparasitas (pulgas e carrapatos).
Embora muitas delas não sejam transmissíveis aos seres humanos, algumas podem nos infectar. Alguns exemplos são a sarna sarcóptica, o fungo da dermatofitose, a giardíase e até mesmo os carrapatos. Por esse motivo, todo cuidado é pouco nesse momento.
O que fazer para prevenir possíveis contaminações?
O primeiro passo é manipular o gato ou cão resgatado sempre com o uso de luvas e um pano. Outra dica é nunca introduzir esses pets livremente em sua residência.
Isso porque, caso estejam com alguma doença incubada, eles não infestem o ambiente e outros animais da casa. “Por isso, o mais indicado é que, após o resgate, o peludinho passe por uma avaliação veterinária”.
Tenho outros animais na casa, eles podem conviver com o pet resgatado?
Num primeiro momento, não. Depois de resgatar um pet e de levá-lo para uma consulta ao veterinário, o ideal é que ele passe por um período de isolamento. Assim, você poderá ficar atento ao comportamento dele e ao aparecimento de possíveis sinais clínicos.
Se, após esse período, ficar comprovado que o pet está bem, então será a hora de apresentá-lo aos outros companheiros. Essa etapa deve ser feita aos poucos e com muito cuidado para evitar brigas.

Quais são outras formas de contribuir para a causa animal?
Para quem não tem condições para adotar um pet de uma ONG ou de fazer o resgate de animais diretamente das ruas, saiba que existem outras opções.
“Hoje em dia, podemos ajudar as ONGs de diversas maneiras, através do apadrinhamento de animais. Além da compra de produtos confeccionados pelas ONGs, doação de notas fiscais sem CPF, doação de produtos”




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